06:00:00
0

Recentemente concluí um projeto em que estive trabalhando nos últimos meses, onde o escopo era desenvolver um sistema que permitisse a empresa controlar melhor as horas adicionais de seus profissionais, e também as horas que não são faturadas como aquelas horas gastas em reuniões internas, treinamentos, atividades administrativas, etc.
Durante o desenvolvimento desse projeto, como de costume tive que estudar a fundo o tema, e nesse sentido tive que me apoiar em definições da CLT e convenções coletivas de alguns sindicatos, entre elas, a que eu mais gostei foi a seguinte:

§ 2o Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001)


O banco de horas é uma forma que as empresas tem para evitar uma oneração na folha de pagamento, retribuindo o esforço extra de seus colaboradores com descanso extra.
A CLT e as convenções coletivas dos sindicatos possuem uma série de regras para definir como o banco de horas deve funcionar para não prejudicar o colaborador.
A pergunta que fica no ar é a seguinte:

Banco de Horas vale a pena?
  • O banco de horas só é benéfico para o trabalhador quando ele pode programar suas folgas ou sabe com antecedência quando terá de trabalhar horas a mais.


  • O Banco de Horas só é benéfico para empresa se ela conseguir pagar o colaborador com descanso dentro do prazo previsto na convenção coletiva.

Minha opinião final sobre esse assunto:

Em ambos os casos, note que o segredo está no planejamento da compensação das horas adicionais, caso não haja planejamento, não há vantagem no uso do banco de horas.


Leia mais postagens sobre: 

Mundo Corporativo

Postagens sobre o Blogueiro

Página do Blogueiro


Comentários
0 Comentários

0 comentários:

Postar um comentário